Bahia,
Apólice protege participante de consórcio

Uma das preocupações do consumidor que sai de uma administradora de consórcios com o contrato na mão está relacionada ao risco de quebra da empresa ou de ter de arcar com um valor maior que o previsto inicialmente. Essas preocupações deixam de existir ou podem ser suavizadas com a contratação de seguros.

São três tipos de apólice. A primeira é a prestamista, conhecida popularmente como seguro de vida. Nessa modalidade, os beneficiários do contratante têm todas as cotas quitadas e recebem a carta de crédito imediatamente, em caso de falecimento do titular. Para tanto, o cotista terá de passar por um exame médico e ter boas condições de saúde para ser aprovado, diz Flávio Perondi, diretor de Vida e Previdência da Real Seguros.

O executivo diz que o valor do seguro varia de acordo com o valor do bem pretendido e o prazo do consórcio. O participante de um grupo formado para a aquisição de um bem de R$ 10 mil, com prazo de 120 meses, teria um custo entre R$ 8 e R$ 10 por mês, calcula.

Outro modelo é o seguro contra quebra de garantia. Nele, a seguradora assume a contribuição de parcelas do consorciado inadimplente. Porém, como a apólice visa ao bem comum do grupo, as parcelas são quitadas apenas para que o poder de compra dos participantes não seja abalado, ou seja, para que eles não tenham de pagar mais que o previsto pela falta de recursos de um inadimplente. Semelhante ao seguro-fiança para inquilinos, nesse caso a seguradora fará uma espécie de empréstimo ao inadimplente, cobrando, depois, todo o valor pago, com correção definida em contrato. A presidente da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), Consuelo Amorim, comenta que esse seguro não chega a 3% do valor do bem.

O terceiro tipo ainda é uma novidade, adotado em apenas dez das 386 administradoras do País. O seguro garantidor de créditos consorciais garante, além da cobertura oferecida pelo anterior, as obrigações contratuais da administradora em caso de má gestão dos recursos. O gerente de Produtos da corretora Framar, João Luiz Vacco, conta que esse produto custa 0,06% do valor do bem ao mês. A seguradora arcará com o valor que a administradora perder na gestão, mas depois cobrará dela o valor quitado.

Portanto, não cobre a quebra da administradora, mas oferece melhores condições para que ela tente uma recuperação.

Para a presidente da Abac, a procura pelos seguros tem sido crescente por causa do aumento da inadimplência no mercado. Em todos os casos, no entanto, ele deve ser contratado pela própria administradora ou banco que oferece o consórcio, além de aceito pelo grupo.

Fonte: Estado de São Paulo

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