Bahia,
Criação de superagência divide opiniões

Muitos executivos do setor não estão gostando nem um pouco da possibilidade de o futuro Governo criar uma superestrutura para normatizar e fiscalizar o mercado de seguros, previdência privada (fechada e aberta) e capitalização. Há, por exemplo, o temor que a previdência aberta acabe sendo "engolida" pelos fundos de pensão e que o setor de seguros fique em um segundo plano dentro dessa nova estrutura.

Esse medo, contudo, não é compartilhado por todo o mercado. Há quem veja nessa proposta uma sinalização de que os futuros governantes estão, na verdade, preparando as bases para que esses segmentos assumam, de fato, o papel de investidores institucionais em projetos de grande porte e de formação de poupança de longo prazo.

Há ainda quem veja nessa alternativa uma saída política para acomodar no Governo o PT do Rio de Janeiro, estado no qual o partido teve, proporcionalmente, a maior votação de todo o país, mas que ficou apenas com um ministério, o da Ação Social (para o qual foi indicada a governadora Benedita da Silva).

Essa linha de raciocínio serve para justificar a possível indicação de Renê Garcia, secretário de Controle de Benedita da Silva, para aquela superestrutura no Governo que toma posse nesta quarta-feira.

Fonte: Seguros.com.br

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