Bahia,
ANS diz que não há risco para o mercado

A avaliação da Agência Nacional de Saúde Suplementar, responsável pela fiscalização do setor, o desinteresse pelos consumidores individuais não ameaça o mercado, porque é específico das seguradoras. - As seguradoras têm preferência pelo plano coletivo e conseguem ganhar mais clientes pessoas jurídicas pela segurança financeira que oferecem e também por questão de custo. Mas outras empresas têm todo um expertise de trabalhar com plano individual, com rede própria, controle de custos, e não têm como abrir mão desse mercado - diz Solange Beatriz Malheiro Mendes, diretora de Normas e Habilitação de Operadoras da ANS.

Ela concorda com a necessidade de alterar os tipos de planos, hoje "engessados", mas diz que as mudanças dependem de discussão com a sociedade e votação no Congresso.

- Em 2001, essa regra foi alterada por medida provisória que acabou revogada por causa das reclamações dos órgãos de proteção ao consumidor.
A advogada Karina Rodrigues, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), explica porque a mudança é rechaçada.

-Restringir coberturas é ruim, porque a pessoa não tem como prever se vai ter determinada doença. E a experiência mostra que a maior parte das empresas não informa sobre as restrições na hora da venda.

Fonte: Jornal do Brasil

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